*este poema está entre os primeiro escritos
Tu que estás a me ver,
A rir e chorar sem parar,
Chega perto de meu querer,
Para que eu possa te amar.
Mas traga consigo a cura
Desse mal que alucina minh’alma,
Por favor, livre-me dessa tortura:
Tira-me do negro e ponha-me n’alva.
Mostre-me o caminho
Que terei que percorrer por ti
Para que possa repousar em teu ninho.
És bela não só em semblante:
Há coisas em ti maravilhosas
Que dá ímpeto em ser seu amante.
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